Muito se fala em liberdade, para justificar a liberalização do aborto.
E no meio deste filme todo, nunca ninguém ousou esclarecer o que será, verdadeiramente, ser livre.
1. O que é a liberdade?
Ser livre é aderir com todo o coração à aventura da vida. É perceber que a vida não a controlamos nós, e que nos compete tão só vivê-la na expectativa de sermos felizes.
Quando nos deixamos determinar pelas circunstâncias, boas ou más, rendemo-nos a elas e tornamo-nos escravos do dia de amanhã!
2. E o que tem o aborto a ver com a liberdade?
Uma mãe é livre quando aborta? Livre de quê?
Não! É escrava da circunstância em que vive! É escrava da condição económica, social, profissional! É contra esta escravidão que trabalhamos, que referendamos todos os dias a nossa vida diante destas mães que querem ser livres; que querem acolher o filho gerado com o coração cheio de novidade, mas também cheio de dificuldade, é certo! É aqui que percebemos o que quer dizer apoiar a liberdade das mulheres!
A minha experiência de dificuldades sérias não será comparável à de uma mãe que se vê inesperadamente à espera de um filho. Mas diz-me essa mesma experiência que sou mais livre quando enfrento a vida com esta consciência de não ser determinada pelas condições em que vivo.
Fique claro que quando, em nome da liberdade, oferecemos às mães a possibilidade de "interromper" a vida dos filhos, as colocamos numa situação de escravidão para o resto da vida: escravas dos traumas, dos remorsos, dos problemas físicos e psicológico que daí advêm.
E no meio deste filme todo, nunca ninguém ousou esclarecer o que será, verdadeiramente, ser livre.
1. O que é a liberdade?
Ser livre é aderir com todo o coração à aventura da vida. É perceber que a vida não a controlamos nós, e que nos compete tão só vivê-la na expectativa de sermos felizes.
Quando nos deixamos determinar pelas circunstâncias, boas ou más, rendemo-nos a elas e tornamo-nos escravos do dia de amanhã!
2. E o que tem o aborto a ver com a liberdade?
Uma mãe é livre quando aborta? Livre de quê?
Não! É escrava da circunstância em que vive! É escrava da condição económica, social, profissional! É contra esta escravidão que trabalhamos, que referendamos todos os dias a nossa vida diante destas mães que querem ser livres; que querem acolher o filho gerado com o coração cheio de novidade, mas também cheio de dificuldade, é certo! É aqui que percebemos o que quer dizer apoiar a liberdade das mulheres!
A minha experiência de dificuldades sérias não será comparável à de uma mãe que se vê inesperadamente à espera de um filho. Mas diz-me essa mesma experiência que sou mais livre quando enfrento a vida com esta consciência de não ser determinada pelas condições em que vivo.
Fique claro que quando, em nome da liberdade, oferecemos às mães a possibilidade de "interromper" a vida dos filhos, as colocamos numa situação de escravidão para o resto da vida: escravas dos traumas, dos remorsos, dos problemas físicos e psicológico que daí advêm.
2 comentários:
Concordo com tudo o que afirma. Qual liberdade? Liberdade de ficar com remorços? Liberdade de matar alguém?
Obrigada.
Temos direito a ser livres. Mas não é liberdade o que apregoam...
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